quinta-feira, 14 de agosto de 2008


Valdivia: recordista de faltas sofridas e de cartões amarelos no Brasileirão.
Dias antes do clássico entre Palmeiras e Corinthians realizado em 2 de março, o zagueiro corintiano William insinuou que o palmeirense Valdivia seria chorão por reclamar demais das faltas que recebia. No jogo pelo Paulistão-2008, o chileno fez o gol da vitória por 1 a 0 e comemorou esfregando os olhos como se chorasse, ironizando o adversário. Neste Campeonato Brasileiro, o meio-campista parece ter motivos para protestar. Valdivia é o jogador que mais sofreu faltas no turno do Brasileirão, segundo estatísticas do GLOBOESPORTE.COM. Em 16 jogos pelo Palmeiras na competição, 80 faltas foram marcadas sobre o camisa 10 (média de cinco por partida). No ranking, outro camisa 10 ocupa a segunda colocação: Diogo (Portuguesa), com 77. Como disputou menos partidas que Valdivia (13), o meia-atacante da Lusa tem uma média maior de infrações sofridas (5,9 por jogo).

Em terceiro lugar estão o atacante Wellington Paulista (Botafogo) e um defensor: o lateral-esquerdo Juan, um dos principais responsáveis por jogadas ofensivas do Flamengo. Cada um recebeu 62 faltas.

terça-feira, 12 de agosto de 2008


Liberado para acompanhar nascimento da filha, Wellington não pega o Atlético-MG
Wellington Paulista não poderá enfrentar o Atlético-MG, nesta quinta-feira, por dois motivos: ainda se recupera de uma lesão na coxa esquerda e será pai nesta quarta. Por isso, foi liberado pelo Botafogo para não participar da estréia alvinegra na Copa Sul-Americana. O atacante foi mais uma vez desfalque no treino do Botafogo. Wellington ficou em tratamento do problema muscular e não esteve em campo. Como a intenção da comissão é poupar o jogador para que ele esteja totalmente recuperado até o jogo do próximo domingo, contra o Sport, ele terá o dia livre para acompanhar o nascimento de Isabelli, sua primeira filha, em São Paulo. Além de Wellington Paulista, Jorge Henrique e Lucio Flavio estão entregues ao departamento médico do Botafogo com problemas musculares. Ambos farão exames, mas têm boas chances de enfrentar o Atlético-MG. No treinamento desta terça, Zé Carlos e Fábio jogaram entre os titulares.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Jogadores não querem ser poupados pelo técnico na Copa Sul-Americana

Em ascensão no Campeonato Brasileiro, o Botafogo terá que dar uma pausa em suas ambições nacionais para se concentrar em outra competição. Nesta quinta-feira, o clube recebe o Atlético-MG, pela primeira partida da Copa Sul-Americana. Chance de poupar alguns titulares? Se depender dos jogadores, não. - Vamos esquecer um pouquinho o Brasileiro para pensar no Atlético-MG. Não tem essa história de poupar ninguém. Nosso objetivo é vencer. Se depender de mim, jogo na quinta-feira, sim. Queremos conquistar esse título - afirma o atacante Jorge Henrique. Quem também quer estar em campo é Thiaguinho. O jogador ganhou uma chance de entrar na equipe, depois que o titular Alessandro se contundiu. Agora, o lateral quer provar ainda mais que pode ser mantido no time, mesmo quando o antigo dono da posição se recuperar. - Quero me firmar como titular. Cada dia tento mostrar mais e mais.Você vai pegando confiança, se adaptando. Quando pega o gostinho, não quer sair - diz Thiaguinho. Apesar da vontade dos jogadores, o clube pode ter dois desfalques para a partida. Wellington Paulista continua sentindo dores na coxa esquerda e Leandro Guerreiro sentiu uma fisgada na coxa direita contra o Palmeiras. Caso os dois atletas não possam entrar em campo, Gil deve continuar como titular, no lugar de Wellington, enquanto Carlos Alberto deve voltar ao time, no lugar de Leandro.

Treinador divide os méritos da evolução da equipe.
Ney Franco ressalta qualidade dos jogadores e trabalho da comissão técnica na ascensão do Botafogo.
A chegada de Ney Franco ao Botafogo representou um crescimento imediato na produção da equipe. Em nove partidas sob o comando do treinador, a equipe seis vitórias dois empates e uma derrota. No entanto, o comandante prefere dividir com jogadores e comissão técnica os méritos dessa evolução. - Foi um conjunto de fatores que fez a equipe crescer. Se não tivéssemos jogadores de qualidade, o time não iria bem. Além disso, temos uma comissão técnica muito competente. O grupo vem se recuperando fisicamente de um jogo para outro. Meus auxiliares também são responsáveis pelos treinamentos. Tenho minha parcela de responsabilidade, ajustando a equipe na parte tática e trabalhando o lado emocional dos atletas. Muito dessa evolução se deve à confiança deles. Segundo Zé Carlos, o crescimento do Botafogo não tem relação com a saída de Geninho. O meia até prefere não entrar muito nos detalhes sobre quais os segredos da evolução alvinegra.
- O próprio Geninho dizia que nunca chove ou faz sol todos os dias no mesmo lugar. Vivíamos uma fase ruim, apenas isso. O Ney chegou e nós fomos melhorando pouco a pouco, bem do jeito mineiro, como ele. Eu também sou mineiro, e até os cariocas do time estão agindo assim. Agora nossa maior dificuldade será manter o nível.

Zé Carlos comemora: 'Voltei a sorrir'
Jogador reconhece que teve queda de produção, mas afirma que intenção é ajudar, mesmo no banco de reservas.
Depois de um longo período em baixa, Zé Carlos voltou a mostrar sua utilidade para o Botafogo. O momento de recuperação foi coroado com o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras, no último domingo. O meia diz que recuperou a alegria de jogar, embora tenha perdido a vaga de titular. - Voltei a sorrir. Tive uma lesão no pé que me atrapalhou muito, pois perdi a forma física, que sempre foi o meu forte. Por mais que fique no banco, vou ajudar o Botafogo sempre que for preciso, e o treinador sabe disso. Mesmo no momento em que foi protagonista, Zé Carlos prefere dividir a alegria e o mérito com os demais jogadores. O meia reconhece que esteve em má fase, mas se mostra motivado para continuar a contribuir com o Botafogo. - Realmente fiz alguns gols importantes, mas guardo isso comigo. Também errei passes e chutes, é algo que acontece. O principal é pensar na equipe e na próxima partida. Sempre procuro almejar coisas boas, e elas estão acontecendo aqui no Botafogo.